Ji-Paraná: Vakinha virtual para ajudar bebê com doença rara


​A família do pequeno Gabriel, que tem pouco mais de um mês, de Ji-Paraná, promove virtualmente uma “vakinha” para conseguir recursos financeiros para ajudar no tratamento da ictiose lamelar, uma doença rara, que não tem cura, apenas tratamento.

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A família do pequeno Gabriel, que tem pouco mais de um mês, de Ji-Paraná, promove virtualmente uma “vakinha” para conseguir recursos financeiros para ajudar no tratamento da ictiose lamelar, uma doença rara, que não tem cura, apenas tratamento. Segundo informações, um caso surge em cada 300 mil bebês no país.

Para ajudar na compra de cremes, sabonetes, colírios, algodão em disco e fraldas descartáveis foi criada a vakinhaTodos pelo Gabrielpela internet. A ação foi idealizada pela médica nutricionista Geisa Almeida, uma das voluntárias na atenção e tratamento do bebê. Os médicos dermatologistas Alessandra Dalla Marta Camarini e Silmar Regis Camarini também contribuem com procedimentos.

Os interessados podem doar pelo site www.vakinha.com.br. O sistema aceita contribuições por cartão de crédito e boleto bancário a pessoa oferece a sua doação em qualquer valor.

“Agora, depois de toda essa divulgação pela imprensa e com os compartilhamentos dessa ação o valor em doações sobe a cada dia. Já estamos reservando dinheiro para a nossa maior ambição que é levá-lo para consultar em Campinas (SP), onde tem um Centro Especializado em Ictiose. A mãe de Gabriel ficou muito feliz e encheu o coração dela de esperança”, agradece Geisa.

"Já estamos reservando dinheiro para a nossa maior ambição que é levá-lo para consultar em Campinas (SP), onde tem um Centro Especializado em Ictiose. A mãe de Gabriel ficou muito feliz e encheu o coração dela de esperança"

Desesperada, a mãe de Gabriel, Letícia Batista, hoje comemora que o filho superou a informação recebida após o parto. “Os médicos disseram que ele teria apenas de dois dias a uma semana de vida e, hoje, ele está aqui comigo!”, relata emocionada. “Ele precisa de cremes o tempo todo, colírio e ver ele ali ‘rachando’, todo machucadinho dói muito, é muito doloroso”, completa.

Segundo a avó, Elvira Batista, é preciso ter muito cuidado diariamente. “A pessoa precisa usar álcool em gel sempre. Até os três meses, o recebimento de visitas é limitado, por causa do risco de pegar alguma infecção”, expôs. Ela contou ainda que o tempo todo é necessário controlar a temperatura e umidade do ar para não ressecar ainda mais a pele de Gabriel.

Quem preferir fazer suas doações pessoalmente, pode ir até Rua Taruacá, nº 2167, bairro São Pedro (entre T-08 e T-09), em Ji-Paraná. Para saber mais, ligue para (69) 9 9257-0961 (falar com Elvira).

Por Etiene Gonçalves/Portal SGC






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